14/08/2010

ARCANJO RAFAEL


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São Rafael Arcanjo

São Rafael Arcanjo
Veneração por Toda a cristandade e islamismo
Principal templo St. Raphael's Cathedral em Dubuque, Iowa
Festa litúrgica 29 de setembro
Atribuições anjo segurando um vasilhame ou frasco; anjo caminhando com Tobias; arcanjo; rapaz carregando um peixe; rapaz com cajado
Padroeiro: Jovens; cegos; enfermidades; médicos; farmacêuticos; Iowa; anjos; amor; apaixonados; insanos; deficientes mentais; Washington; pastoras e viajantes
Portal dos Santos

Rafael (do hebraico רָפָאֵל, transl. Rāp̄āʾēl, "Deus cura"; em árabe: رافائيل; transl. Rāfāʾīl; amárico: ሩፋዔል, transl. Rāfāʾīl), também conhecido como São Rafael Arcanjo, é o nome de um arcanjo comum às religiões judaica, cristã e islâmica, responsável por executar todos os tipos de cura. Enviado por Deus para curar em Seu Nome, Rafael significa "Deus cura" em hebraico; a palavra correspondente a médico é Rophe. O cristianismo, ao derivar do judaísmo, também desenvolveu algumas concepções próprias da hierarquia e atribuições dos anjos, e o mesmo aconteceu no islamismo.
Oração
Glorioso Arcanjo São Rafael, que vos dignastes tomar a aparência de um simples viajante, para vos fazer o protetor do jovem Tobias; ensinai-nos a viver sobrenaturalmente, elevando sem cessar nossas almas, acima das coisas terrestres.

Vinde em nosso socorro no momento das tentações e ajudai-nos a afastar de nossas almas e de nossos trabalhos todas as influências do inferno.

Ensinai-nos a viver neste espírito de fé, que sabe reconhecer a misericórdia Divina em todas as provações, e as utilizar para a salvação de nossas almas.

Obtende-nos a graça que vos peço (faça o pedido), de inteira conformidade à vontade Divina, seja que ela nos conceda a cura dos nossos males, ou que recuse o que lhe pedimos.

São Rafael, guia protetor e companheiro de Tobias, dirigi-nos no caminho da salvação, preservai-nos de todo perigo e conduzi-nos ao Céu. Assim seja. (Rezar 1 Pai Nosso, uma Ave Maria e fazer o sinal da Cruz). (http://blog.cancaonova.com/fabioroniel/2007/10/10/sao-rafael-arcanjo/)

Judaico-cristãs
A Bíblia cita o Arcanjo Rafael, no Antigo Testamento, no Livro de Tobias (presente somente no cânon Católico). No capítulo 5, versículo 4 (Tb 5,4) vemos o início das aparições de Rafael ao jovem Tobias: "(…)Tendo saído, deparou-se-he o anjo Rafael, sem demonstrar, todavia, ser um anjo de Deus" Já no capítulo 6, versículo 3 (Tb 6,3), vê-se porque imagem esculpida pelos católicos mostra o arcanjo segurando um peixe. Eis que o grande peixe que tentou devorar Tobias e que o anjo lhe ordenou que o dominasse para tirar-lhe o fel, o qual, vemos(Tb 6,11) que é usado pelo arcanjo para curar o pai de Tobias devolvendo-lhe a visão.

Somente no capítulo 12 Rafael se dá a conhecer, se apresentando como anjo de Deus (Tb 12,15) "Eu sou Rafael, um dos sete santos anjos que assistem e têm acesso à majestade do Senhor".

Não é mencionado no Novo Testamento, mas a tradição o identifica como o anjo da ovelha em João 5,2. Rafael também é figura proeminente nos costumes do Judaísmo (ele é um dos três anjos que visitaram Abraão antes da destruição de Sodoma e Gomorra).

Sua festa é celebrada no dia 29 de setembro, junto com Gabriel e Miguel.

No passado era celebrado, sozinho, no dia 24 de outubro.

[editar] Islâmicas
Citado, também, no Qur'an (Corão). De acordo com a Hadith(الحديث), Israfil (árabe Rafael) é o anjo responsável por sinalizar a vinda do Juízo Final soprando a corneta (chamada Sûr) e enviando o "Sopro da Verdade". A Sûr será soprada duas vezes: da primeira virá o início do Juízo Final; da segunda, todas as almas serão chamadas a julgamento e interrogadas.

Israfil não é nomeado no Qur'an, diferentemente de Jibrail e Mikail (Gabriel e Miguel).

ARCANJO ARIEL


» Anjos Cabalísticos - ARIEL




O Anjo: Este anjo auxilia a agradecer a Deus os bens que nos envia. Facilita na descoberta de tesouros ocultos. Revela através dos sonhos os segredos da natureza e fazem encontrar objetos que desaparecem.

Influência: Quem nasce sob esta influência terá idéias geniais, pensamentos sublimes, espírito forte e sutil. Será discreto, agindo com prudência e conseguindo resolver os problemas mais difíceis, tomando decisões na hora certa. Gostará de meditar e de conhecer todas as formas para o entendimento dos segredos dos assuntos místicos e ocultos. Fará descobertas que beneficiarão a purificação do espírito, trabalhando sempre a serviço da espiritualidade, em favor de seus semelhantes. Utilizará meios tecnológicos como a informática, aparelhos radiestésicos, técnicas de transcomunicação e aura-míter, para sentir a freqüência ou a permanência dos encantados. Todo o mundo angelical estará a sua disposição, graças ao seu trabalho na Terra. Ocupará lugar de destaque na sociedade. Seu lema é: "conversando que a gente se entende"; não admite que as pessoas apelem para a irracionalidade ou para o instinto. Envolvendo-se com os problemas das pessoas que o procuram, encontra com sabedoria o caminho certo. Nunca falta com o respeito às pessoas mais experientes ou mais velhas. Todos os aspectos de sua vida estão predispostos ao triunfo. Seu raciocínio faz com que, astralmente, carregue uma coroa de ouro que significa a posse da luz intelectual. Representará o poder, a conquista e a prova de que a harmonia do homem com Deus, é essencial para se viver bem.

Profissionalmente: Poderá fazer sucesso em qualquer atividade relacionada a recursos humanos. Seu interesse pelo estudo dos minerais, principalmente cristais e botânica, abrirá seu caminho para atividades nessas áreas. Por sua beleza e sedução, poderá viver e trabalhar no meio artístico.

Anjo Contrário: Domina a falência, a indecisão, a imaturidade, o roubo e o escândalo. A pessoa sob a influência deste anjo contrário poderá ser fraco de espírito, inconseqüente e viver atormentado por atribulações espirituais.

Categoria: Virtudes
Príncipe: Raphael
Protege os dias: 04/05 - 16/07 - 27/09 - 09/12 - 20/02
Número de sorte: 14
Mês de mudança: maio
Carta do tarô: A temperança
Está presente na Terra: de 15:00 às 15:20
Salmo: 144

10/08/2010

ARCANJO GABRIEL


Gabriel (arcanjo)
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Anjo Gabriel

Anunciação (1475–1480), Leonardo da Vinci — Gabriel aparece à Virgem Maria.

Gabriel (em hebraico גַּבְרִיאֵל, no hebraico moderno Gavriʼel, no hebraico tiberiano Gaḇrîʼēl; em latim Gabrielus; em grego Γαβριήλ, transl. Gabriēl; em árabe جبريل, trans. Jibrīl ou جبرائيل, transl. Jibrail; todos do aramaico Gabri-el, "homem forte de Deus"[1]), também conhecido como São Gabriel Arcanjo, é, nas religiões abraâmicas, um anjo que serve como mensageiro de Deus. Aparece pela primeira vez numa menção no Livro de Daniel, na Bíblia hebraica. Em algumas tradições é tido como um dos arcanjos, noutros como anjo da morte.

Com base em duas passagens do Evangelho segundo Lucas, diversos cristãos e muçulmanos acreditam que Gabriel teria previsto os nascimentos de João Batista e Jesus. O Islã, além disso, acredita que Gabriel teria sido o meio pelo qual Deus optou por revelar o Corão a Maomé, e que através dele teria enviado uma mensagem para a os profetas revelando-lhes suas obrigações. É conhecido como o chefe dos quatro anjos favorecidos, e o espírito da verdade, e em certas crenças seria uma personificação do Espírito Santo.[2][3] Gabriel também é mencionado na fé Bahá'í, especificamente na obra mística de Bahá'u'lláh, Sete Vales.


Anjo Gabriel, por Giotto di BondoneÉ citado várias vezes na Bíblia; foi ele que anunciou ao profeta Daniel a sucessão de potências mundiais, bem como a vinda do Messias (em hebraico Mashiah, em grego, Cristo, "Ungido"). Disse o profeta: "Apareceu Gabriel da parte de Deus e me falou: dentro de setenta semanas [de anos] (70 anos x 7, ou seja, 490 anos) aparecerá o Santo dos Santos." (Daniel 9:24-26)

Ao anjo Gabriel foi confiada a missão mais alta que jamais havia sido confiada a alguém: anunciar o nascimento do Filho de Deus. Por isso, é muito admirado desde a antigüidade. O termo de apresentação quando apareceu a Zacarias para anunciar-lhe que ia ter por filho João Batista foi este: "Eu sou Gabriel, o que está na presença de Deus." (Lucas 1:19)

São Lucas disse: "Foi enviado por Deus o anjo Gabriel a uma cidade da Galiléia, a uma virgem chamada Maria, e chegando junto a ela, disse-lhe: "Salve Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo". Ela ficou confusa, mas disse-lhe o anjo: "Não tenhas medo, Maria, porque estais na graça do Senhor. Conceberás um filho a quem porás o nome de Jesus. Ele será filho do Altíssimo e seu Reino não terá fim".

Segundo a tradição, os arcanjos são os mensageiros (em grego "angélos") de Deus das Boas Novas, nos ajudam a dar bom rumo e direção à nossa vida, nos dão compreensão e sabedoria. É a ele que recorrem os que necessitam desses dons.

Segundo a religião islâmica, foi ao anjo Gabriel que foi atribuída a revelação do Corão ao profeta Mohammad (ou Maomé), o que teria ocorrido em uma ocasião em que Mohammad orava e meditava em uma montanha em Meca. E com base nas revelações desse episódio, é que Maomé teria começado sua saga de divulgação das obras de Deus, no que viria a ser o Islamismo.

08/08/2010

ARCANJO MIGUEL




ARCANJO MIGUEL

O SENHOR DOS ANJOS

Dos sete poderosos Arcanjos, Mensageiros de Deus, o Arcanjo Miguel, o Senhor dos Anjos, é o mais conhecido; ele é o Arcanjo da fé, da proteção e da libertação do mal. Apelos infindáveis que lhe são dirigidos pelos povos daqui da Terra e suas prontas respostas fizeram com que Ele mais se aproximasse da Terra.
Seus cabelos são dourados e os olhos, azuis. Sua magnífica aparência irradia um brilho deslumbrante de confiança e fé em Deus. O Príncipe Miguel ouve, muitas vezes, as súplicas dos homens, as quais trazem dor d’alma, mental e física. Bem no início, quando os homens se encarnavam aqui na Terra, Ele resolveu acompanhá-los de livre e espontânea vontade, e ser o guardião da fé em Deus. Sua presença ou Suas Cortes Celestiais dirigem-se à Terra para estar ao lado de todos aqueles que desejarem seu auxílio.
O Templo do Príncipe Miguel está situado sobre Rocky Mountains, no Canadá. Por longo tempo, existiu no plano físico. É circular e de considerável proporção; tem quatro entradas que correspondem aos quatro pontos cardeais. Este Templo é construído de maravilhoso material dourado. Possui magníficas incrustações de safiras azuis. Sobre sua cúpula, há uma figura do Príncipe Miguel.
Ao descerem à Terra os primeiros grupos da humanidade para povoá-la, Ele foi seu guardião. Estes seres puros e inocentes incorporaram-se, ao princípio, nas proximidades das montanhas de Teton, em Wyoming, USA Séculos mais tarde, quando os seus seguidores vieram de outras estrelas e trouxeram trevas e desarmonias, o Príncipe Miguel e sua Corte de Anjos retiraram-se cada vez mais da Terra para o seu Santuário da Fé, o qual foi construído com a substância da Terra.
Deste Foco de Irradiação, Ele e Sua Legião continuaram a guardar, a proteger e a servir. Isto aconteceu antes que a humanidade começasse a perder seu vigor por motivos de caprichos, teimosia ou independência (que é sua natural herança) e perder o direito de estar em companhia dos anjos e seu guia, conviver entre eles e aceitar os seus conselhos. De todas as partes da Terra vinham, antigamente, essas pessoas para receberem os Poderosos Raios deste Grande Arcanjo, haurir novas forças para seus trabalhos particulares e encher as suas almas com uma forte fé no reino, tão divino na Terra como no Céu.
Deste Templo etérico do Arcanjo Miguel saem, incessantemente, os auxiliares e mensageiros da Proteção, da Misericórdia, Absolvição e Ajuda. O Raio do absoluto, da fé ininterrupta em Deus transpassa incessantemente os mundos mental, sentimental, etérico e físico do planeta e seu reino de desenvolvimento. Em seus corpos mais sutis ou tênues, à noite, são muitas as pessoas que vão a este Templo, ou seja: as que desejam libertar-se de qualquer criação humana, de doenças, males d’alma e de toda limitação e barreira humanas. Ali, elas encontram novo ânimo ou nova força para continuarem a missão que escolheram ao virem Servir na Terra.
Quando, conscientemente, se apela ao Arcanjo Miguel e sua Legião, esta súplica é atendida prontamente e distribuído o socorro em cada necessidade que oprime e enfraquece. Algumas destas opressões ou tormentos, ou sugestões das massas, são aglomerações de energias acumuladas. Um indivíduo sozinho, às vezes, é apanhado e fascinado por estas sugestões da massas ou ele mesmo cultiva estes pensamentos e sentimentos, mas não possui suficientes forças espirituais, sabedoria e ânimo para se desvencilhar; mas quando ele apelar ao Arcanjo Miguel por socorro, por secionar aquelas forças e libertá-lo delas, então, virá prestar-lhe auxílio o Arcanjo com Suas Legiões. É necessário, para isto, o vosso apelo consciente; se este apelo for sincero, então, ele trará, sempre, resultado.
As pessoas que passam pela chamada "morte" levam consigo todas as suas imperfeitas tendências, maus costumes no pensar e no sentir. Vosso chamado ao Arcanjo Miguel libertará estas pessoas de suas cargas, de modo que no plano astral poderão freqüentar uma escola superior.
Todo o que ler ou ouvir falar sobre este ensinamento será consideravelmente ajudado, se à noite, ao adormecer, dirigir a sua atenção ao TEMPLO DA FÉ E DA PROTEÇÃO e apelar ao Arcanjo Miguel, para que o defenda de toda causa e gérmen, de todos os seus sofrimentos, limitações e grilhões. Assim o poder da luz poderá penetrar em vosso mundo mais rapidamente e trazer a vós a perfeição que vosso coração almeja.

O BEM-AMADO ARCANJO MIGUEL DIZ:

"Queridos amigos - a qualquer tempo e em qualquer lugar - neste ou em outro Planeta do Sistema ou em uma esfera interior - em algum dia, cada criação de seres de inteligência, seus raciocínios, seus sentimentos e suas mentes deverão ser entregues a Deus! É nosso trabalho o servir como defensor da Fé - manter viva no coração humano a fé em Deus; a fé em sua própria determinação divina que deverá elevá-lo sobre a limitação na qual submergiu. Para reforçar e expandir esta FÉ por entre a humanidade, as Legiões de Meu Reino avivam constantemente a Luz da Alma. Neste procedimento de se acender, momentaneamente, a chama, e ao inspirar nossa Fé, damos sempre algo de Nós mesmos, de Nosso próprio Ser. Assim, ajudamos os homens a "perseverar na perseverança".



APELO:

"Em nome da Divina Presença que "Eu Sou" e da Divina Presença de toda a humanidade, nós apelamos Vossa Presença, BEM-AMADO ARCANJO MIGUEL E LEGIÕES DE LUZES, secionar-nos de toda criação humana, em nós, através de nós e em torno de nós e também aos que são contra nós - de todo hábito e tendências imperfeitas! Substituí essas dissonâncias pela Pureza, Harmonia e Perfeição dos Mestres Ascensionados!
ACEITAI OS NOSSOS QUERIDOS, quando o véu da "morte" os transpassar e LIBERTAI-OS de suas criações humanas, guiai-os ao Templo do Reino Interior que, para eles, já está preparado e ajudai-os para que façam sua ascensão o mais depressa possível. AJUDAI-NOS E SECIONAI toda e qualquer tendência maléfica, de toda vida de nossa cidade, de nosso país e do mundo; CARREGAI TODA HUMANIDADE com vossa fé e misericórdia divinas e conscientizai-a a esforçar-se, realizando o seu Plano Divino! Nós vos agradecemos".

NOSSA SENHORA DESATADORA DOS NÓS


Nossa Senhora Desatadora dos Nós é apenas um entre os 2.000 títulos de Maria. Ela nasceu na Alemanha, em 1700, como Maria Knotenlöserin (do alemão knot, “nó”, e löser, “desatar”). Na época, o presbítero da capela de St. Peter Am Perlach, na cidade de Augsburg, encomendou ao pintor Johann Schmittdner um quadro de Nossa Senhora. Para compor o painel foi buscar inspiração nos dizeres de Santo Irineu, Bispo de Lyon, no Século III: “Eva atou o nó da desgraça para o gênero humano; Maria por sua obediência o desatou”.

Maria é representada como a Imaculada Conceição e encontra-se entre o céu e a terra. O Espírito Santo derrama sua luzes sobre a Virgem. Em sua cabeça vemos 12 estrelas. Um dos anjos entrega-lhe uma faixa com nós grandes e pequenos, separados e juntos. Estes nós simbolizam o pecado original e nossos pecados cotidianos, que impedem de a graça frutificar em nossas vidas. Na parte inferior do quadro vemos que a faixa cai livremente e que um nó está desatado. Há um anjo, um homem e um cachorro que dirigem-se à uma igreja. Parece ser uma referência ao livro de Tobias (6,13) onde este empreende uma longa e penosa viagem quando conhece Sara que já casara sete vezes e que na noite de núpcias seus maridos morriam devido a um demônio que dela se enamorara. Tobias casa-se com ela e volta à casa de seu pai. Isto significa que há de se desatar primeiro os nós para que dois corações venham se encontrar.

Assim, Nossa Senhora Desatadora dos Nós é invocada como aquela que nos ajuda a tirar todos os males de aflições que nos escravizam e nos tornam infelizes e pessimistas, dando-nos a verdadeira liberdade que só seu Filho Nosso Senhor Jesus Cristo pode nos dar.

A pintura não demorou a se tornar objeto de culto dentro dos limites de Augsburg e depois se espalhando pelo mundo.

Uma cópia desta pintura é venerada em Buenos Aires, Argentina, para onde foi levada pelo bispo Dom Bergoglio. Maria é representada como a Imaculada Conceição.

•Sincretismo da N. Sra. Desatadora dos Nós: Não há.
•Devoção da N. Sra. Desatadora dos Nós: Invocada em casos de desespero e necessidades (saúde, emprego, Reconciliação conjugal, dívidas, ETC).
•Data Comemorativa: 15 de Agosto.

05/08/2010

SÃO JOSE TRABALHADOR







São José trabalhador
Leão XIII quis intervir, com palavras claras e corajosas, na condição dos operários, e ele manifestou sua solicitude pelos pobres (Cf. Quamquam pluries, 1889). Uma prova concreta desse amor é justamente a encíclica posterior, Rerum Novarum, que, segundo João Paulo II, é um “documento imortal”, “uma data de grande importância no presente período da história da Igreja e também do meu pontificado. [...] ; pode-se dizer que o destino histórico de Rerum Novarum foi ritmado por outros documentos, que atraíam a atenção sobre ela e ao mesmo tempo a atualizavam.” (João Paulo II, centesimus annus 1).


José, de origem real, trabalhava de suas mãos


[…] Ora, o ponto de referência é o mistério da encarnação, que pões em relevo a dignidade do trabalho através daquele que o exerce, e no caso de são José, ele mesmo sobre o exemplo do Filho [...]. Leão XIII escreveu: “José, de origem real, unido em matrimônio com a sublime e a mais santa das mulheres, e pai putativo do Filho de Deus, passa, entretanto, sua vida ao trabalho, e pela sua obra e sua arte, ele obtém o necessário para a subsistência dos seus. [...[ O trabalho do operário, longe de ser desonrado, pode, ao contrário, quando a virtude aí está associada, ser altamente enobrecedor.” (Leão XIII, Quamquam pluries, 1889). “Jesus, ele o Filho de Deus e Deus ele próprio, quis ser visto e considerado como filho de um artesão, e melhor, ele não se negou de passar uma grande parte da sua vida ao trabalho manual. ‘não é este o carpinteiro, o filho de Maria?’ (Mc 6,3). “ (Leão XIII, Rerum Novarum, 1891)


A encíclica Centesimus Annus, na data de … são José Trabalhador


[…] Entre as múltiplas celebrações do centenário de “Centesimus Annus” (1991), em todo o mundo, não seria fácil encontrar a lembrança da figura e da missão de são José. Ele não é, todavia, estranho, nem ao pensamento de Leão XIII nem ao de João Paulo II, que quis datar sua encíclica sobre o trabalho não do dia 15 de maio, como “rerum Novarum”, mas sim de 1º de maio, memória de são José trabalhador. E se compreende o porquê.


(San Giuseppe nel mistero di Dio, Piemme 1992, p. 202-206)

22/07/2010

RITUAIS WICCA



No passado, quando as pessoas viviam em conjunto com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares tinham um profundo impacto em cerimônias religiosas. Por ser a Lua vista como um símbolo da Deusa, cerimônias de adoração e magia aconteciam sob sua luz. A chegada do inverno, as primeiras atividades da primavera, o quente verão e a entrada do outono também eram marcadas por rituais.

Os wiccanos, herdeiros das religiões pré-cristãs da Europa, ainda celebram a Lua cheia e observam as mudanças das estações. O calendário religioso wiccano possui treze celebrações de Lua Cheia e oito Sabbats, ou dias de poder.

Quatro desses dias (ou melhor, noites) são determinados pelos solstícios e equinócios, o início astronômico das estações. Os outros quatro rituais baseiam-se em antigos festivais folclóricos (e, de certo modo, aqueles do Oriente Médio). Os rituais estruturam e ordenam o ano wiccano, além de nos lembrar do infinito ciclo que perdurará muito depois de partirmos.

Quatro dos Sabbats - talvez os que há mais tempo são observados - eram provavelmente associados à agricultura e aos ciclos reprodutivos dos animais. São eles o Imbolc ou Candlemas (1° de Agosto), Beltane (31 de Outubro), Lughnasadh ou Lammas (2 de fevereiro) e Samhain (1 de maio). Estes são nomes celtas, muito comuns entre os wiccanos, apesar de existirem muitos outros.

Quando a observação cuidadosa do céu levou a um conhecimento comum do ano astronômico, os solstícios e equinócios (por volta de 21 de março, 21 de junho, 21 de setembro e 21 de dezembro - as datas corretas variam de ano para ano) foram incorporados à estrutura religiosa.

Quem foram os primeiros a cultuar e gerar energia nesses períodos? Esta questão não pode ser respondida. Entretanto, esses dias e noites sagrados são a origem dos 21 rituais wiccanos.

Muitos deles ainda sobrevivem em suas formas seculares e religiosas. Celebrações do May Day (Dia de Maio), Halloween, Dia da Marmota e até mesmo o Dia de Ação de Graças, para citar alguns populares feriados americanos, estão conectados a antigos cultos pagãos. Versões altamente cristianizadas dos Sabbats também foram preservadas pela Igreja Católica.

Os Sabbats são rituais solares, assinalando pontos do ciclo anual do Sol, e constituem apenas metade do ano ritual wiccano. Os Esbats são as celebrações wiccanas da Lua Cheia. Nesta data, nós nos reunimos para cultuar Aquela Que É. Não que os wiccanos omitam o Deus nos Esbats - ambos são normalmente reverenciados em todas as ocasiões.

Anualmente, ocorrem de 12 a 13 Luas cheias, ou uma a cada 28 ¼ dias. A Lua é um símbolo da Deusa, bem como uma fonte de energia. Assim, após os aspectos religiosos dos Esbats, os wiccanos costumam praticar magia, desfrutando do maior poder energético que, crê-se, exista nesses períodos.

Alguns antigos festivais pagãos, desprovidos de suas qualidades sagradas pelo domínio do Cristianismo, se degeneraram. O Samhain aparentemente pertence agora aos fabricantes de doces nos Estados Unidos, enquanto o Yule foi transformado de um dos mais sagrados dias pagãos num período de grosseiro comercialismo. Até mesmo os ecos do nascimento de um salvador cristão são pouco audíveis diante do zumbido eletrônico das máquinas registradoras.

Mas a velha magia permanece nesses dias e noites, e os wiccanos os celebram. Rituais variam enormemente, mas todos se relacionam à Deusa e ao Deus, e à nossa morada, a Terra. A maioria dos ritos acontecem à noite, por motivos práticos assim como para gerar certo clima de mistério. Os Sabbats, sendo baseados no Sol, são mais normalmente celebrados ao meio-dia ou na aurora, mas hoje isto é raro.

Os Sabbats nos contam uma das histórias da Deusa e do Deus, de sua relação e de seus efeitos sobre a fertilidade da Terra. Muitas são as variações desses mitos, mas eis aqui um relativamente comum, entrelaçado a descrições básicas dos Sabbats.

A Deusa dá à luz um filho, o Deus, no Yule. De modo algum isto é uma adaptação do cristianismo. O solstício de inverno é há muito visto como um período de nascimentos divinos. Diz-se que Mitras nasceu nesse período. Os cristãos simplesmente o adotaram a seu uso em 273 E. C. (Era Comum).

O Yule é uma época de grande escuridão e este é o menor dia do ano. Povos antigos notaram tais fenômenos e suplicaram às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites. Os wiccanos ocasionalmente celebram o Yule pouco antes da aurora, e a seguir observam o nascer do sol como um final apropriado para seus esforços.

Uma vez que o Deus é também o Sol, isto assinala o ponto do ano no qual o Sol também renasce. Assim, os wiccanos acendem fogueiras ou velas para saudar o retorno da luz do Sol. A Deusa, inativa durante o inverno de Sua gestação, repousa após o parto.

O Yule é remanescente de antigos rituais celebrados para acelerar o fim do inverno e a fartura da primavera. Para os wiccanos contemporâneos, é um lembrete de que o produto final da morte é o renascimento, um pensamento reconfortante nestes dias de desassossego.

O Imbolc assinala a recuperação da Deusa após dar à luz o Deus. Os períodos mais longos de luz A despertam. O Deus é um jovem desejoso, mas Seu poder é mais sentido nos dias mais longos. O calor fertiliza da terra (a Deusa), fazendo com que as sementes germinem e brotem. Assim ocorre o início da primavera.

Este é um Sabbat de purificação pelas forças renovadoras do sol, após a vida reclusa do inverno. É também um festival de luz e fertilidade, antigamente marcado na Europa por grandes queimas, tochas e fogos de todas as formas. O fogo representa nossa própria iluminação e inspiração, assim como a luz e o calor.

O Imbolc é também conhecido como festa das Tochas, Oimelc, Lupercalia, Festa de Pã, Festival do Floco de Neve, Festa da Luz Crescente, Dia de Brigit, e provavelmente muitos outros nomes. Algumas wiccanas seguem o antigo costume escandinavo de usar coroas com velas acesas, mas muitos outros usam velas em suas invocações.

Este é um dos períodos tradicionais para as iniciações em covens e rituais de autodedicação, que podem ser praticados ou renovados nesse período.

Ostara, o Equinócio da Primavera, e também conhecido como Ritos da Primavera e Dia de Eostra, assinala o primeiro dia da real primavera. As energias da natureza mudam subitamente do repouso do inverno para a exuberante expansão da primavera. A Deusa cobre a terra com seu manto de fertilidade, despertada de Seu repouso, enquanto o Deus se desenvolve e amadurece. Ele caminha pelos campos a verdejar, e delicia-se com a abundância da natureza.

No Ostara, as horas do dia e da noite são as mesmas. A luz está ultrapassando a escuridão; a Deusa e o Deus impelem as criaturas selvagens da Terra a reproduzir-se.

Este é um período de iniciar, de agir, de plantar encantamentos para ganhos futuros, e de cuidar dos jardins rituais.

O Beltane marca a chegada da virilidade do jovem Deus. Agitado pelas energias em ação na natureza, Ele deseja a Deusa. Eles se apaixonam, deitam-se entre a relva e os botões de flores, e se unem. A Deusa fica grávida do Deus. Os wiccanos celebram o símbolo da fertilidade da Deusa em ritual.

O Beltane é há muito celebrado com rituais e festas. Os Maypoles (Mastros de Maio), símbolos fálicos supremos, eram o ponto central dos rituais das antigas vilas inglesas. Muitas pessoas acordavam na alvorada para colher flores e ramos verdes nos campos e jardins, usando-os para decorar os Maypoles, seus lares e a si mesmos.

As flores e folhas simbolizam a Deusa; o Maypole, o Deus. O Beltane marca o retorno da vitalidade, da paixão e da consumação das esperanças.

Os Maypoles são por vezes utilizados atualmente por wiccanos durante os rituais do Beltane, mas o caldeirão é um ponto central mais comum da cerimônia. Representa, obviamente, a Deusa - a essência da feminilidade, o objetivo de todo desejo, o igual mas oposto do Maypole, símbolo do Deus.

No passado, pulava-se sobre fogueiras para estimular a fertilidade, a purificação, a saúde e o amor. O fogo novamente representa o Sol, celebrado neste período de dias mais longos.

O Meio do Verão é uma época clássica para magia de todos os tipos.

Lughnasadh é a época da primeira colheita, quando as plantas da primavera murcham e derrubam seus frutos ou sementes para garantir nosso consumo e para assegurar futuras safras. Misticamente, também o Deus perde Sua força enquanto o Sol nasce mais longe ao Sul a cada dia, e as noites tornam-se mais longas. A Deusa observa entre lamento e regozijo ao perceber que o Deus está morrendo, ao mesmo tempo que vive dentro dEla como Seu filho.

Lughnasadh, também conhecido como Véspera de Agosto, Festa do Pão, Lar da Colheita e Lammas, não é necessariamente observado neste dia. Originalmente, coincidia com a primeira ceifada.

À medida que o verão passa, os wiccanos recordam seu calor e fartura no alimento que comemos. Cada refeição é um ato de sintonia com a natureza, e somos lembrados de que nada no universo é constante.

O Mabon, o Equinócio de Outono, é a conclusão da colheita iniciada no Lughnasadh. Mais uma vez o dia e a noite tem a mesma duração, equilibrados enquanto o Deus se prepara para abandonar Seu corpo físico e iniciar a grande aventura rumo ao desconhecido, em direção à renovação e ao renascimento pela Deusa.

A natureza retrocede, recolhe sua fartura, preparando-se para o inverno e seu período de repouso. A Deusa curva-se diante do Sol que enfraquece, apesar do fogo que queima dentro de Seu útero. Ela sente a presença do Deus mesmo enquanto Ele enfraquece.

No Samhain, a Deusa se despede do Deus. É um adeus temporário. Ele não está envolto em trevas eternas, mas prepara-se para renascer pela Deusa no Yule.

Antigamente, o Samhain, também conhecido como Véspera de Novembro, Festa dos Mortos, Festa das Maçãs, e Todos os Santos, marcava um período de sacrifício. Em alguns lugares, esta era a época de sacrifícios animais para assegurar comida durante as profundezas do inverno. O Deus - identificado com os animais - também tombava para garantir a continuidade de nossa existência.

O Samhain é um período de reflexão, de análise do ano que se finda, de ajustar contas com o fenômeno da vida sobre o qual não exercemos controle - a morte.

O wiccano sente que nesta noite a divisão entre as realidades físicas e espirituais é estreita. Eles recordam seus ancestrais e todos os que já se foram.

Após o Samhain, os wiccanos celebram o Yule, completando assim o ciclo do ano.

Certamente, há muitos mistérios enterrados aqui. Por que o Deus primeiro o filho e depois o amante da Deusa? Isto não é incesto, mas simbolismo. Na história da agricultura (um dentre muitos mitos wiccanos), a constante alternância da fertilidade da Terra é representada pela Deusa e pelo Deus. Este mito fala dos mistérios do nascimento, da morte e do renascimento. Celebra os maravilhosos aspectos e belos efeitos do amor, e honra as mulheres que perpetuam nossa espécie. Também indica a grande dependência que os homens têm em relação à Terra, ao Sol e à Lua, e os efeitos das estações em nossa rotina.

Para povos agrícolas, o ponto principal deste ciclo místico é a produção de alimentos por meio da união entre o Deus e a Deusa. O Alimento - sem o qual todos morreríamos - está intimamente ligado às deidades. Na verdade, os wiccanos vêem a comida como mais uma manifestação da energia divina.

Assim, ao observar os Sabbats, os wiccanos sintonizam-se com a Terra e com as deidades. Eles reafirmam suas raízes na Terra. A prática de rituais nas noites de lua cheia também fortalece sua conexão com a Deusa em particular.

O wiccano sábio celebra os Sabbats e os Esbats, por serem estes períodos de poder real e simbólico. Honrá-los de algum modo é parte integral da Wicca.
retirado de'Guia Essencial da Bruxa Solitária', de Scott Cunningham

19/07/2010

lugh


Artigos - Mitologia
Escrito por Lenita
Sex, 26 de Setembro de 2008 02:20

A ideia de que os guardiões protegiam e defendiam o Planeta Terra, com certeza veio dos pensamentos celtas, pois fica explicito nos estudos que procedem do deus Sol, LUGH.




Lugh é um Deus Celta, representado em muitas Lendas Irlandesas como sendo o triunfo da Luz sobre a Escuridão. Ele é o Guardião legítimo da Lança Mágica de Glorias e era particularmente associado ao uso da funda (arma feita de pele de animal com a qual se lançam pedras ), com a qual matou o seu terrível adversário, Balor.




Lugh é um Deus que está presente em todos os Panteões Celtas.. Em Gaulês antigo tinha o nome de Lugos, e ao longo do resto da Ilha Britânica, é conhecido como Lug. As Histórias e mitos sobre ele diferem em cada região onde é reverenciado de inúmeras formas e através de diferentes ritos.




Principalmente conhecido como Deus do Sol, Lugh também é um Deus Guerreiro, da Medicina, Druida, Bardo, Ferreiro, Cervejeiro, entre outras coisas.

As suas funções identificam-no como um Deus da Guerra e das Artes Mágicas, mas os poetas e todos os artistas também são por ele beneficiados, juntamente com os guerreiros e os magos. As suas armas sagradas em todas as tradições são a funda e a lança. No folclore Irlandês ele é o Pai do grande Herói Cuchulain.




Lugh é um Deus do céu e está fortemente ligado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em várias representações suas, Ele aparece com um Torc ( (peça de joalharia Celta ), e uma lança brilhante, que por vezes aparece como sendo um raio.

Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo o empenho imaginável. Ele é visto como o Protetor e Guia do seu Povo. Animais que lhe são especialmente sagrados são, as águias e os corvos que mantêm vigia sobre tudo aquilo que acontece na Terra. A sua Árvore Sagrada é o Freixo.

Embora ele seja representado das mais diversas formas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos Mitos sobre Lugh em diferentes Tribos Celtas:




Ele é um Deus Jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol

Ele é qualificado em várias Artes

Ele é sobrevivente de gêmeos no nascimento

Ele é adotado em criança (na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)

As suas armas principais são a lança e a funda

A sua associação com pássaros e a capacidade de se transformar neles. Lugh, assim como Morrighan, está associado com corvos e gralhas, embora na mitologia Gaulesa ele se transforme em Águia.




Lendas e Narrativas




A história de Lugh começa com o amor secreto entre Cian ( (um Dannan ) e Eithne ( filha de Balor , o Fomoriano.

Balor, para proteger a sua filha, prende-a numa torre muito alta, inalcansável por qualquer meio a não ser pelo voo. Cian, apaixonado por Eithne, pede a uma Druidesa que o torne capaz de voar sobre uma nuvem em cima da torre.




Meses depois, Eithne dá á luz duas lindas crianças (o que comprova que o pai não era um Fomoriano porque os Fomorianos são seres míticos que não devem muito á beleza ). Balor, preocupado e enfurecido com isto, lança as crianças ao mar.

Mas, uma profecia tinha sido feita anos antes, dizendo que uma criança Fomoriana de sangue Dannan provocaria a morte de Balor e este quis prevenir aquele destino fatal.




Uma das crianças afoga-se e a outra começa a nadar. Esta criança é descoberta pelo Deus do Mar, Mannanann Mac Lir que o envia a uma mulher guerreira e feiticeira, Tailtiu , para ser adoptado e cuidado até chegar o tempo em que o menino estivesse crescido o bastante para voltar com os 4 tesouros do Outro Mundo para derrotar os Fomorianos.




O Jovem Lugh foi então levado por Tailtiu que o ensinou e criou. Ele aprendeu depressa. Ela ensinou-lhe tudo o que pôde e enviou-o a outros para ele aprender o que ela não podia ensinar. Lugh teria então de voltar para Mannanan e cumprir o seu destino.