03/09/2009

Cozinhando com a bruxa

Ponche de Bruxa
ingredientes:
- 1 punhado de erva cidreira
- 2 punhados de borragem
- 1 punhado de menta
- 1 xícara de suco de abacaxi ou de uma outra fruta
- sumo de 6 limões e de 2 laranjas
- 900ml de chá forte
- 2,7l de gengibirra
- xarope feito com 1 xícara de açúcar, fervido com 1
xícara de água
Procedimento:
Despeje 1,3l de água fervente sobre a erva cidreira e
deixe em infusão por 20 minutos. Coe o líquido sobre a
borragem e a menta. Acrescente os sucos de frutas, o
chá e o xarope. Refrigere por pelo menos 8 horas. Coe
sobre uma vasilha para ponche. Acrescente gelo, um
pouco mais de menta e gengibirra.


Batatas da Felicidade


Receita dedicada para quebrar a tristeza.

6 batatas grandes
¼ de xícara de manteiga
200 gramas de iogurte
1 colher de chá de alecrim
2 colheres de chá de salsa
1/8 de colher de chá de sálvia
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
1 colher de sopa de manteiga derretida
1 xícara de salsa picada para enfeitar






Cozinhe as batatas até ficarem macias. Descasque-as e
faça um buraco em cada uma delas. Pegue o que tirou da
batata e amasse bem. Adicione a massa ¼ de manteiga, e
mexa. Adicione o iogurte, alecrim, salsa, sálvia, sal e
pimenta e bata tudo até que obtenha uma mistura cremosa
e fofa. Recheie as batatas, pincele-as com a manteiga
derretida. Arrume-as numa assadeira de cerâmica e
asse-as em forno quente por 15 minutos. Salpique com a
salsa.



LIVRO DE RECEITAS DE GRÁCIA MARIA

sucesso

*Para que você se torne merecedor do sucesso profissional, cultive seu senso de responsabilidade recitando diariamente o seguinte decreto: “Sou responsável e capaz. Executo com alegria e eficiência todas as tarefas que me são atribuídas. Ninguém se decepciona comigo, pois cumpro minhas obrigações com dignidade”.

ORAÇÃO DAS FADAS

Ave, Rainha das Fadas!

Tu que colocas mais frescor nas manhãs, sedução nas tardes, mistérios nas noites e doçura nas madrugadas, derrama um
pouco de tudo isso sobre mim para que eu possa encantar, seduzir, alegrar, apaixonar, ser e fazer feliz.

Ó, Fada Rainha! Ouve a prece minha.

Rainha da Alvorada, Musa dos Namorados, dos Poetas, dos Magos, dos Cantores, dos Escritores, enche minha alma de sonhos, de música, de poesia e cobre meu corpo de encantos, de carícias e de flores, porque assim poderei dar todas as delícias e receber todos os amores!

Senhora de todas as Primaveras, das mais lindas quimeras, de todas as Eras!

Dá-me todos os alimentos e todos os encantamentos de Afrodite, seus licores, seus perfumes, seus sabores, para que eu seja cada vez mais suave, mais ardente, mágica, atraente…

“Uma Lua Ensolarada, Enluarada,
Uma Deusa Concreta, Completa!
Para que eu seja uma… uma… uma
Perfeita Fada e ame sempre e sempre seja amada.”

Ave! Ave! Ave Rainha das Flores, dos Amores, das Alvoradas…

Ave, Rainha das Fadas!

“Todos os sons, todas as luzes, todos os Dons para mim”.

Obrigada. Ave, Rainha das Fadas!

CONTATO COM A DEUSA


Grande Mãe! É teu nome que invoco!
E pelo poder dos quatro elementos, água, fogo, terra e ar,
pela quintessência e pelo Consorte,
peço a graça de:
ser teu reflexo entre os homens e mulheres da Terra.
Que eu veja o mundo com seus olhos.
Que eu tenhar a iniciativa para guiar meu caminho pela estrada mais correta.
Conquistar sua proteção.
Fazer o que quiser, sem prejudicar ninguém.
Ter clareza para discernir a luz da treva.
Alcançar com êxito meus desígnios.
Preservar meus amigos.
Respeitar todo ser vivo na face da Terra e fora dela.
Levar o amor dentro e fora de mim.
Ter o amor mágico em meu corpo, alma e espírito.
Ser a virgem, a amante, a mãe, a sábia, ter mil nomes.
Expandir idéias e sentimentos em todos os corações.
Ter estabilidade em todos os níveis.
Lidar adequadamente com mudanças inesperadas.
Conquistar abundância e prosperidade em todos os níveis.
Ter em mim o poder da transmutação.
E também o encanto da sedução e da paixão.
Que eu possa sempre atravessar as brumas,
as fronteiras do tempo e do espaço
e que se revele o que me é permitido.
Pela Deusa eu caminho.
E nas mãos Dela entrego minha vida.
MEU CORPO É A DEUSA.
MINHA MENTE É A DEUSA.
MINHA ALMA É A DEUSA.
E ASSIM É.

receita

31/08/2009

EROS


Pois que Eros é filho de Pínia e Poros, eis qual é a sua condição. É sempre pobre não é de maneira alguma delicado e belo como geralmente se crê; mas sujo, hirsuto, descalço, sem teto. Deita-se sempre por terra e não possui nada para cobrir-se, descansa dormindo ao ar livre sob as estrelas, nos caminhos e junto às portas. Enfim, mostra claramente a natureza da sua mãe, andando sempre acompanhado da pobreza. Ao invés, da parte do pai, Eros está sempre à espreita dos belos de corpo e de alma, com sagazes ardis. É corajoso, audaz e constante. Eros é um caçador temível, astucioso, sempre armando intrigas. Gosta de invenções e é cheio de expediente para consegui-las. É filósofo o tempo todo, encantador poderoso, fazedor de filtros, sofista. Sua natureza não é nem mortal nem imortal; no mesmo dia, em um momento, quando tudo lhe sucede bem, floresce bem vivo e, no momento seguinte, morre; mas depois retorna à vida, graças à natureza paterna. Mas tudo o que consegue pouco a pouco sempre lhe foge das mãos. Em suma, Eros nunca é totalmente pobre nem totalmente rico.
Eros casou-se com Psiquê, com a condição de que ela nunca pudesse ver o seu rosto, pois isso significaria perdê-lo. Mas Psiquê, induzida por suas invejosas irmãs, observa o rosto de Eros à noite sob a luz de uma vela. Encantada com tamanha beleza do deus, se distrai e deixa cair uma gota de cera sobre o peito de seu marido, que acorda. Irritado com a traição de Psiquê, Eros a abandona. Esta, ficando perturbada, passa a vagar pelo mundo até se entregar à morte. Eros, que também sofria pela separação, implora para que Zeus tenha compaixão deles. Zeus o atende e Eros resgata sua esposa e passam a viver no Olimpo. Com Psiquê teve trigêmeos: Eros II, Volúptas e Volúptia.( Wikipédia )

ARIES


Ares na vila de AdrianoNa mitologia grega, Ares (grego Antigo: o Ἄρης, ρης grego moderno [pronome "áris"]) é filho de Zeus (o soberano dos deuses) e Hera. Embora muitas vezes tratado como o deus olimpico da guerra, ele é mais exatamente o deus da guerra selvagem, ou sede de sangue, ou matança personificada.[1]

Os Romanos identificaram-no como o Marte, o deus romano da guerra e agricultura (quem eles tinham herdado dos Etruscos), mas entre eles, Marte tinha uma estima mais alta

Entre o Hellenes, sempre houve desconfiança de Ares.[2] Embora também a meia irmã de Ares, Atena era uma deidade da guerra, a posição de Athena era de guerra estratégica enquanto Ares tendeu a ser a violência imprevisível da guerra. O seu lugar de nascimento e a casa verdadeira foram colocados muito longe, entre os bárbaros e Trácios bélicos (Ilíada 13.301; Ovid, Ars Amatoria, II.10;), de onde ele se retirou depois que o seu caso com Afrodite foi revelado.[3]

"Ares" permaneceu um adjetivo e epíteto em tempos Clássicos: ‘’’Zeus Areios, Atena Areia, até Afrodite Areia’’’.[4] Em tempos Micenos, as inscrições certificam Enyalios, um nome que sobreviveu em tempos Clássicos como um epíteto de Ares. Abutres e cães, que ambos se alimentam do cadáver no campo de batalha, são sagrados para ele.( Wikipédia )

30/08/2009

ZEUS


Zeus de Versalhes.Zeus (em grego: Ζεύς, transl. Zeús[1]), na mitologia grega, é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho. Além de sua herança obviamente indo-europeia, o clássico "amontoador de nuvens", como era conhecido, também tem certos traços iconográficos derivados de culturas do antigo Oriente Médio, como o cetro. Zeus frequentemente era mostrado pelos artistas gregos em uma de duas poses: ereto, inclinando-se para a frente, com um raio em sua mão direita, erguida, ou sentado, em pose majestosa.

Zeus era filho de Crono e Reia, o mais novo de seus irmãos. Na maioria das tradições ele era casado com Hera - embora, no oráculo de Dodona, sua consorte seja Dione, com quem, de acordo com a Ilíada, teve uma filha, Afrodite. É conhecido por suas aventuras eróticas, que resultaram em muitos descendentes, entre deuses e herois, como Atenas, Apolo e Artêmis, Hermes, Perséfone (com Deméter), Dioniso, Perseu, Héracles, Helena, Minos e as Musas (com Mnemósine). Com Hera teria tido Ares, Hebe e Hefesto.[2]

Seu equivalente na mitologia romana era Júpiter, e na mitologia etrusca era Tinia. Já se especulou sobre uma possível ligação com Indra, divindade da mitologia hindu que também tem um raio como arma.

Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra.

Durante muito tempo quem governou a Terra foi Urano (o Céu). Até que foi destronado por Cronos, filho de Urano e pai de Zeus. Então Urano profetizou que Cronos também seria destronado por um de seus filhos. Cronos era casado com Réia, e quando seus filhos nasciam ele os devorava. Assim aconteceu com Hera, Hades, Posídon, Héstia e Demeter. Quando nasceu o sexto filho, Réia decidiu salvá-lo, com a ajuda de Gaia (a Terra) que desgostava Cronos porque ele aprisionou os Hecatônquiros no Tártaro, temendo seu poder, esses gigantes possuíam cem braços e cinquenta cabeças.

Gaia leva Réia para parir secretamente esse filho na Caverna de Dicte (em outras versões foi no Monte Ida) em Creta. Lá Reia dá seu filho que se chama Zeus (tesouro que reluz) aos cuidados de Gaia e das Ninfas da Floresta (em outras versões Zeus fica com os centauros), Zeus cresceu alimentado pela cabra Amalteia. Quando ela morreu, ele usou a sua pele para fazer um escudo conhecido por Égide. Logo Réia retorna ao Palácio de Cronos, local onde Reia e seu esposo viviam e enrola em panos uma pedra e começa a fingir um parto, depois dá ao seu marido esse embrulho e ele o engole achando ser o sexto filho. Em outras versões Réia dá um potro a Cronos.[3]

Quando chegou à idade adulta enfrentou o pai. Zeus disfarçou-se de viajante, dando-lhe a Cronos uma bebida que o fez vomitar todos os filhos que tinha devorado, agora adultos. Após libertar os irmãos, iniciou a guerra Titanomaquia. Cronos procurou seus irmãos para enfrentar os rebeldes, que reuniram-se no Olimpo. A guerra duraria 100 anos até que seguindo um conselho de Gaia, Zeus liberta os Hecatônquiros, então os deuses olímpicos venceram e aprisionaram os titãs no Tártaro, em outras versões os aprisionaram embaixo de montanhas. Então partilhou-se o universo, Zeus ficou com o céu e a Terra, Posídon ficou com os oceanos e Hades ficou com o mundo dos mortos.
(wikipédia)