05/08/2010

SÃO JOSE TRABALHADOR







São José trabalhador
Leão XIII quis intervir, com palavras claras e corajosas, na condição dos operários, e ele manifestou sua solicitude pelos pobres (Cf. Quamquam pluries, 1889). Uma prova concreta desse amor é justamente a encíclica posterior, Rerum Novarum, que, segundo João Paulo II, é um “documento imortal”, “uma data de grande importância no presente período da história da Igreja e também do meu pontificado. [...] ; pode-se dizer que o destino histórico de Rerum Novarum foi ritmado por outros documentos, que atraíam a atenção sobre ela e ao mesmo tempo a atualizavam.” (João Paulo II, centesimus annus 1).


José, de origem real, trabalhava de suas mãos


[…] Ora, o ponto de referência é o mistério da encarnação, que pões em relevo a dignidade do trabalho através daquele que o exerce, e no caso de são José, ele mesmo sobre o exemplo do Filho [...]. Leão XIII escreveu: “José, de origem real, unido em matrimônio com a sublime e a mais santa das mulheres, e pai putativo do Filho de Deus, passa, entretanto, sua vida ao trabalho, e pela sua obra e sua arte, ele obtém o necessário para a subsistência dos seus. [...[ O trabalho do operário, longe de ser desonrado, pode, ao contrário, quando a virtude aí está associada, ser altamente enobrecedor.” (Leão XIII, Quamquam pluries, 1889). “Jesus, ele o Filho de Deus e Deus ele próprio, quis ser visto e considerado como filho de um artesão, e melhor, ele não se negou de passar uma grande parte da sua vida ao trabalho manual. ‘não é este o carpinteiro, o filho de Maria?’ (Mc 6,3). “ (Leão XIII, Rerum Novarum, 1891)


A encíclica Centesimus Annus, na data de … são José Trabalhador


[…] Entre as múltiplas celebrações do centenário de “Centesimus Annus” (1991), em todo o mundo, não seria fácil encontrar a lembrança da figura e da missão de são José. Ele não é, todavia, estranho, nem ao pensamento de Leão XIII nem ao de João Paulo II, que quis datar sua encíclica sobre o trabalho não do dia 15 de maio, como “rerum Novarum”, mas sim de 1º de maio, memória de são José trabalhador. E se compreende o porquê.


(San Giuseppe nel mistero di Dio, Piemme 1992, p. 202-206)

22/07/2010

RITUAIS WICCA



No passado, quando as pessoas viviam em conjunto com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares tinham um profundo impacto em cerimônias religiosas. Por ser a Lua vista como um símbolo da Deusa, cerimônias de adoração e magia aconteciam sob sua luz. A chegada do inverno, as primeiras atividades da primavera, o quente verão e a entrada do outono também eram marcadas por rituais.

Os wiccanos, herdeiros das religiões pré-cristãs da Europa, ainda celebram a Lua cheia e observam as mudanças das estações. O calendário religioso wiccano possui treze celebrações de Lua Cheia e oito Sabbats, ou dias de poder.

Quatro desses dias (ou melhor, noites) são determinados pelos solstícios e equinócios, o início astronômico das estações. Os outros quatro rituais baseiam-se em antigos festivais folclóricos (e, de certo modo, aqueles do Oriente Médio). Os rituais estruturam e ordenam o ano wiccano, além de nos lembrar do infinito ciclo que perdurará muito depois de partirmos.

Quatro dos Sabbats - talvez os que há mais tempo são observados - eram provavelmente associados à agricultura e aos ciclos reprodutivos dos animais. São eles o Imbolc ou Candlemas (1° de Agosto), Beltane (31 de Outubro), Lughnasadh ou Lammas (2 de fevereiro) e Samhain (1 de maio). Estes são nomes celtas, muito comuns entre os wiccanos, apesar de existirem muitos outros.

Quando a observação cuidadosa do céu levou a um conhecimento comum do ano astronômico, os solstícios e equinócios (por volta de 21 de março, 21 de junho, 21 de setembro e 21 de dezembro - as datas corretas variam de ano para ano) foram incorporados à estrutura religiosa.

Quem foram os primeiros a cultuar e gerar energia nesses períodos? Esta questão não pode ser respondida. Entretanto, esses dias e noites sagrados são a origem dos 21 rituais wiccanos.

Muitos deles ainda sobrevivem em suas formas seculares e religiosas. Celebrações do May Day (Dia de Maio), Halloween, Dia da Marmota e até mesmo o Dia de Ação de Graças, para citar alguns populares feriados americanos, estão conectados a antigos cultos pagãos. Versões altamente cristianizadas dos Sabbats também foram preservadas pela Igreja Católica.

Os Sabbats são rituais solares, assinalando pontos do ciclo anual do Sol, e constituem apenas metade do ano ritual wiccano. Os Esbats são as celebrações wiccanas da Lua Cheia. Nesta data, nós nos reunimos para cultuar Aquela Que É. Não que os wiccanos omitam o Deus nos Esbats - ambos são normalmente reverenciados em todas as ocasiões.

Anualmente, ocorrem de 12 a 13 Luas cheias, ou uma a cada 28 ¼ dias. A Lua é um símbolo da Deusa, bem como uma fonte de energia. Assim, após os aspectos religiosos dos Esbats, os wiccanos costumam praticar magia, desfrutando do maior poder energético que, crê-se, exista nesses períodos.

Alguns antigos festivais pagãos, desprovidos de suas qualidades sagradas pelo domínio do Cristianismo, se degeneraram. O Samhain aparentemente pertence agora aos fabricantes de doces nos Estados Unidos, enquanto o Yule foi transformado de um dos mais sagrados dias pagãos num período de grosseiro comercialismo. Até mesmo os ecos do nascimento de um salvador cristão são pouco audíveis diante do zumbido eletrônico das máquinas registradoras.

Mas a velha magia permanece nesses dias e noites, e os wiccanos os celebram. Rituais variam enormemente, mas todos se relacionam à Deusa e ao Deus, e à nossa morada, a Terra. A maioria dos ritos acontecem à noite, por motivos práticos assim como para gerar certo clima de mistério. Os Sabbats, sendo baseados no Sol, são mais normalmente celebrados ao meio-dia ou na aurora, mas hoje isto é raro.

Os Sabbats nos contam uma das histórias da Deusa e do Deus, de sua relação e de seus efeitos sobre a fertilidade da Terra. Muitas são as variações desses mitos, mas eis aqui um relativamente comum, entrelaçado a descrições básicas dos Sabbats.

A Deusa dá à luz um filho, o Deus, no Yule. De modo algum isto é uma adaptação do cristianismo. O solstício de inverno é há muito visto como um período de nascimentos divinos. Diz-se que Mitras nasceu nesse período. Os cristãos simplesmente o adotaram a seu uso em 273 E. C. (Era Comum).

O Yule é uma época de grande escuridão e este é o menor dia do ano. Povos antigos notaram tais fenômenos e suplicaram às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites. Os wiccanos ocasionalmente celebram o Yule pouco antes da aurora, e a seguir observam o nascer do sol como um final apropriado para seus esforços.

Uma vez que o Deus é também o Sol, isto assinala o ponto do ano no qual o Sol também renasce. Assim, os wiccanos acendem fogueiras ou velas para saudar o retorno da luz do Sol. A Deusa, inativa durante o inverno de Sua gestação, repousa após o parto.

O Yule é remanescente de antigos rituais celebrados para acelerar o fim do inverno e a fartura da primavera. Para os wiccanos contemporâneos, é um lembrete de que o produto final da morte é o renascimento, um pensamento reconfortante nestes dias de desassossego.

O Imbolc assinala a recuperação da Deusa após dar à luz o Deus. Os períodos mais longos de luz A despertam. O Deus é um jovem desejoso, mas Seu poder é mais sentido nos dias mais longos. O calor fertiliza da terra (a Deusa), fazendo com que as sementes germinem e brotem. Assim ocorre o início da primavera.

Este é um Sabbat de purificação pelas forças renovadoras do sol, após a vida reclusa do inverno. É também um festival de luz e fertilidade, antigamente marcado na Europa por grandes queimas, tochas e fogos de todas as formas. O fogo representa nossa própria iluminação e inspiração, assim como a luz e o calor.

O Imbolc é também conhecido como festa das Tochas, Oimelc, Lupercalia, Festa de Pã, Festival do Floco de Neve, Festa da Luz Crescente, Dia de Brigit, e provavelmente muitos outros nomes. Algumas wiccanas seguem o antigo costume escandinavo de usar coroas com velas acesas, mas muitos outros usam velas em suas invocações.

Este é um dos períodos tradicionais para as iniciações em covens e rituais de autodedicação, que podem ser praticados ou renovados nesse período.

Ostara, o Equinócio da Primavera, e também conhecido como Ritos da Primavera e Dia de Eostra, assinala o primeiro dia da real primavera. As energias da natureza mudam subitamente do repouso do inverno para a exuberante expansão da primavera. A Deusa cobre a terra com seu manto de fertilidade, despertada de Seu repouso, enquanto o Deus se desenvolve e amadurece. Ele caminha pelos campos a verdejar, e delicia-se com a abundância da natureza.

No Ostara, as horas do dia e da noite são as mesmas. A luz está ultrapassando a escuridão; a Deusa e o Deus impelem as criaturas selvagens da Terra a reproduzir-se.

Este é um período de iniciar, de agir, de plantar encantamentos para ganhos futuros, e de cuidar dos jardins rituais.

O Beltane marca a chegada da virilidade do jovem Deus. Agitado pelas energias em ação na natureza, Ele deseja a Deusa. Eles se apaixonam, deitam-se entre a relva e os botões de flores, e se unem. A Deusa fica grávida do Deus. Os wiccanos celebram o símbolo da fertilidade da Deusa em ritual.

O Beltane é há muito celebrado com rituais e festas. Os Maypoles (Mastros de Maio), símbolos fálicos supremos, eram o ponto central dos rituais das antigas vilas inglesas. Muitas pessoas acordavam na alvorada para colher flores e ramos verdes nos campos e jardins, usando-os para decorar os Maypoles, seus lares e a si mesmos.

As flores e folhas simbolizam a Deusa; o Maypole, o Deus. O Beltane marca o retorno da vitalidade, da paixão e da consumação das esperanças.

Os Maypoles são por vezes utilizados atualmente por wiccanos durante os rituais do Beltane, mas o caldeirão é um ponto central mais comum da cerimônia. Representa, obviamente, a Deusa - a essência da feminilidade, o objetivo de todo desejo, o igual mas oposto do Maypole, símbolo do Deus.

No passado, pulava-se sobre fogueiras para estimular a fertilidade, a purificação, a saúde e o amor. O fogo novamente representa o Sol, celebrado neste período de dias mais longos.

O Meio do Verão é uma época clássica para magia de todos os tipos.

Lughnasadh é a época da primeira colheita, quando as plantas da primavera murcham e derrubam seus frutos ou sementes para garantir nosso consumo e para assegurar futuras safras. Misticamente, também o Deus perde Sua força enquanto o Sol nasce mais longe ao Sul a cada dia, e as noites tornam-se mais longas. A Deusa observa entre lamento e regozijo ao perceber que o Deus está morrendo, ao mesmo tempo que vive dentro dEla como Seu filho.

Lughnasadh, também conhecido como Véspera de Agosto, Festa do Pão, Lar da Colheita e Lammas, não é necessariamente observado neste dia. Originalmente, coincidia com a primeira ceifada.

À medida que o verão passa, os wiccanos recordam seu calor e fartura no alimento que comemos. Cada refeição é um ato de sintonia com a natureza, e somos lembrados de que nada no universo é constante.

O Mabon, o Equinócio de Outono, é a conclusão da colheita iniciada no Lughnasadh. Mais uma vez o dia e a noite tem a mesma duração, equilibrados enquanto o Deus se prepara para abandonar Seu corpo físico e iniciar a grande aventura rumo ao desconhecido, em direção à renovação e ao renascimento pela Deusa.

A natureza retrocede, recolhe sua fartura, preparando-se para o inverno e seu período de repouso. A Deusa curva-se diante do Sol que enfraquece, apesar do fogo que queima dentro de Seu útero. Ela sente a presença do Deus mesmo enquanto Ele enfraquece.

No Samhain, a Deusa se despede do Deus. É um adeus temporário. Ele não está envolto em trevas eternas, mas prepara-se para renascer pela Deusa no Yule.

Antigamente, o Samhain, também conhecido como Véspera de Novembro, Festa dos Mortos, Festa das Maçãs, e Todos os Santos, marcava um período de sacrifício. Em alguns lugares, esta era a época de sacrifícios animais para assegurar comida durante as profundezas do inverno. O Deus - identificado com os animais - também tombava para garantir a continuidade de nossa existência.

O Samhain é um período de reflexão, de análise do ano que se finda, de ajustar contas com o fenômeno da vida sobre o qual não exercemos controle - a morte.

O wiccano sente que nesta noite a divisão entre as realidades físicas e espirituais é estreita. Eles recordam seus ancestrais e todos os que já se foram.

Após o Samhain, os wiccanos celebram o Yule, completando assim o ciclo do ano.

Certamente, há muitos mistérios enterrados aqui. Por que o Deus primeiro o filho e depois o amante da Deusa? Isto não é incesto, mas simbolismo. Na história da agricultura (um dentre muitos mitos wiccanos), a constante alternância da fertilidade da Terra é representada pela Deusa e pelo Deus. Este mito fala dos mistérios do nascimento, da morte e do renascimento. Celebra os maravilhosos aspectos e belos efeitos do amor, e honra as mulheres que perpetuam nossa espécie. Também indica a grande dependência que os homens têm em relação à Terra, ao Sol e à Lua, e os efeitos das estações em nossa rotina.

Para povos agrícolas, o ponto principal deste ciclo místico é a produção de alimentos por meio da união entre o Deus e a Deusa. O Alimento - sem o qual todos morreríamos - está intimamente ligado às deidades. Na verdade, os wiccanos vêem a comida como mais uma manifestação da energia divina.

Assim, ao observar os Sabbats, os wiccanos sintonizam-se com a Terra e com as deidades. Eles reafirmam suas raízes na Terra. A prática de rituais nas noites de lua cheia também fortalece sua conexão com a Deusa em particular.

O wiccano sábio celebra os Sabbats e os Esbats, por serem estes períodos de poder real e simbólico. Honrá-los de algum modo é parte integral da Wicca.
retirado de'Guia Essencial da Bruxa Solitária', de Scott Cunningham

19/07/2010

lugh


Artigos - Mitologia
Escrito por Lenita
Sex, 26 de Setembro de 2008 02:20

A ideia de que os guardiões protegiam e defendiam o Planeta Terra, com certeza veio dos pensamentos celtas, pois fica explicito nos estudos que procedem do deus Sol, LUGH.




Lugh é um Deus Celta, representado em muitas Lendas Irlandesas como sendo o triunfo da Luz sobre a Escuridão. Ele é o Guardião legítimo da Lança Mágica de Glorias e era particularmente associado ao uso da funda (arma feita de pele de animal com a qual se lançam pedras ), com a qual matou o seu terrível adversário, Balor.




Lugh é um Deus que está presente em todos os Panteões Celtas.. Em Gaulês antigo tinha o nome de Lugos, e ao longo do resto da Ilha Britânica, é conhecido como Lug. As Histórias e mitos sobre ele diferem em cada região onde é reverenciado de inúmeras formas e através de diferentes ritos.




Principalmente conhecido como Deus do Sol, Lugh também é um Deus Guerreiro, da Medicina, Druida, Bardo, Ferreiro, Cervejeiro, entre outras coisas.

As suas funções identificam-no como um Deus da Guerra e das Artes Mágicas, mas os poetas e todos os artistas também são por ele beneficiados, juntamente com os guerreiros e os magos. As suas armas sagradas em todas as tradições são a funda e a lança. No folclore Irlandês ele é o Pai do grande Herói Cuchulain.




Lugh é um Deus do céu e está fortemente ligado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em várias representações suas, Ele aparece com um Torc ( (peça de joalharia Celta ), e uma lança brilhante, que por vezes aparece como sendo um raio.

Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo o empenho imaginável. Ele é visto como o Protetor e Guia do seu Povo. Animais que lhe são especialmente sagrados são, as águias e os corvos que mantêm vigia sobre tudo aquilo que acontece na Terra. A sua Árvore Sagrada é o Freixo.

Embora ele seja representado das mais diversas formas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos Mitos sobre Lugh em diferentes Tribos Celtas:




Ele é um Deus Jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol

Ele é qualificado em várias Artes

Ele é sobrevivente de gêmeos no nascimento

Ele é adotado em criança (na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)

As suas armas principais são a lança e a funda

A sua associação com pássaros e a capacidade de se transformar neles. Lugh, assim como Morrighan, está associado com corvos e gralhas, embora na mitologia Gaulesa ele se transforme em Águia.




Lendas e Narrativas




A história de Lugh começa com o amor secreto entre Cian ( (um Dannan ) e Eithne ( filha de Balor , o Fomoriano.

Balor, para proteger a sua filha, prende-a numa torre muito alta, inalcansável por qualquer meio a não ser pelo voo. Cian, apaixonado por Eithne, pede a uma Druidesa que o torne capaz de voar sobre uma nuvem em cima da torre.




Meses depois, Eithne dá á luz duas lindas crianças (o que comprova que o pai não era um Fomoriano porque os Fomorianos são seres míticos que não devem muito á beleza ). Balor, preocupado e enfurecido com isto, lança as crianças ao mar.

Mas, uma profecia tinha sido feita anos antes, dizendo que uma criança Fomoriana de sangue Dannan provocaria a morte de Balor e este quis prevenir aquele destino fatal.




Uma das crianças afoga-se e a outra começa a nadar. Esta criança é descoberta pelo Deus do Mar, Mannanann Mac Lir que o envia a uma mulher guerreira e feiticeira, Tailtiu , para ser adoptado e cuidado até chegar o tempo em que o menino estivesse crescido o bastante para voltar com os 4 tesouros do Outro Mundo para derrotar os Fomorianos.




O Jovem Lugh foi então levado por Tailtiu que o ensinou e criou. Ele aprendeu depressa. Ela ensinou-lhe tudo o que pôde e enviou-o a outros para ele aprender o que ela não podia ensinar. Lugh teria então de voltar para Mannanan e cumprir o seu destino.

Druantia




Druantia is a goddess associated mostly with trees. Druantia é uma deusa associada principalmente com as árvores. Three trees that are most often associated with her are fir, oak, and evergreen. Três árvores que são mais frequentemente associados a ela são o abeto, carvalho, e verde.

In pagan mythology Druantia is a fir tree goddess. Em pagão mitologia Druantia é um abeto árvore deusa.

Her name is believed to be derived from the Celtic word for oak trees, "drus" or "deru". [ 1 ] She is known as "Queen of the Druids ". O nome dela é acreditado para ser derivado do Celta palavra para carvalho árvores ", drus" ou "Deru". [1] Ela é conhecida como "Rainha dos Druidas ". She is a goddess of fertility for both plants & humans, ruling over sexual activities & passion. Ela é uma deusa da fertilidade para ambas as plantas e os seres humanos, decidindo sobre a actividade sexual e paixão. She also rules protection, trees, protection of trees, knowledge, creativity. [ 2 ] Ela também normas de proteção, árvores, proteção de árvores, conhecimento, criatividade. [2]

Archetypally she is an aspect of the eternal mother as seen in the evergreen boughs. Arquetipicamente ela é um aspecto da mãe eterna como visto no evergreen ramos.

DIANCECHT



Deuses e Deusas
Dian Cecht





Nome: Dian Cecht / Plough Strong Diancecht »ou« Deus do / a Plough " significa Cainte (' fala ')



Raça: Tuatha De Danann Dé



Propriedades: Deus da Cura , Medicina, Regeneração



Pai: Dagda



Sons : Miach Cian Cethe Cu



Filhas : Airmid Etan esposa de Oghma



Neto : Lugh Lámhfada



Harper: Corann

Sites associados : Heapstown Cairn (O Bem do Slaine ) , Co. Sligo.



Ervas associadas: Dandelion, Woodsorrel , Chickweed

Árvores associadas : Aveleira

Dian Cecht era um médico e curador da Tuatha De Danann Dé. Curou Rei Nuada cabendo -lhe um braço operacional de prata depois de sua outra tinha sido cortada na primeira batalha contra o Magh Tuiredh Fir Bolg. Dian Cecht também cantou encantamentos sobre um poço nas imediações da segunda batalha de Magh Tuiredh no qual ele colocou todos os guerreiros mortos e uma vez que foram mergulhados no poço que se tornou completo novamente e estavam prontos para a batalha mais uma vez. Dian Cecht é disse ter sido um rival dos métodos de cura de seu próprio filho Miach, que preferiu usar ervas e contato direto e encantamentos , ao invés de procedimentos cirúrgicos e protéticos .

Brigit


Quando a primavera chegou, no primeiro timidamente e com poucos sinais , eu encontrei Bride , o aspecto da donzela Brighid. Após o incrível poder da Cailleach, Foi difícil para mim até sentir força suave da Noiva . Ela é como o menor suspiro de uma brisa depois de uma tempestade . Ela é a força que ajuda a sair da vida na terra fria e dura através de gemas . Ela é a corrente de ar que sustenta o pássaro pairando. Seu poder é mais suave , mas não fraco para ele.

O Fogo da Inspiriation
Noiva ( raça) é a primeira manhã de primavera. Ela é a estrela da esperança para novos começos. Ela é o verde tenro que enfeitam árvores no início do ano . Ela é a pena de dedos donzela que traz a luz primeira do ano, a primeira centelha de inspiriation . Ela é a força de crescimento.

Em Candelária, As velas Cailleach fora para uma ilha ao largo da costa da Escócia. Seu curso é constante e garantida. Pouco antes de manhã , o seu navio chega à ilha e, a antiga deusa caminha para o Bem no centro. Na primeiras luzes do amanhecer , as bebidas Cailleach do poço e se transforma em Bride , o espírito da Primavera.

Outra história diz que a Cailleach transforma em uma rocha no início da Primavera . Agora Bride , que foi mantida presa em sua caverna , pode vir a partir da terra fria e tocar a terra com sua beleza.


Nesta época do ano, o crescimento verde novo aparece em todos os lugares que gostaríamos de ver. O verde fresco da primavera eleva nosso espírito. Logo, o abrunheiro marca os lugares onde andou a Deusa e, posteriormente, florescer árvores de fruto. danças Bride com a paisagem e verdura cresce onde ela passa. A vida é brilhante , uma vez mais .

Em Candelária, no mesmo dia por dois anos seguidos, agora, a flor snowdrops primeiro no meu jardim. O snowdrop é sagrada flor da noiva , e snowdrops são usados para decorar o altar para o festival.

No dia da noiva na Escócia foi comemorado com uma festa após uma procissão , quando uma boneca vestida foi tomada ao redor da aldeia . Originalmente esta era uma espiga de milho que estava vestido com a roupa como uma boneca. O " boneco " foi colocado em um cesto, cama da noiva . As velas foram colocadas ao lado da cama . Em casa, a cama da noiva foi feito perto do fogão e mulheres que tomar um copo de leite e mel , e faça um desejo. Os homens , então, entrar e pedir sua ajuda com o seu trabalho no ano que vem . O costume persistiu por muito tempo , nas Ilhas Hébridas .

Noiva é claramente identificada com a fertilidade retornando para a terra. É a primeira onda entusiástica de inspiração, a primeira tentativa de um novo projeto. Ela traz a primeira alegria da criatividade e um sentido de jogo. Sempre que encontro Noiva em meditação , ela me leva numa dança alegre com a paisagem . Ela está sempre espirituoso e brincalhão.


O snowdrop me diz muito sobre o poder da Noiva . É frimly raízes com uma lâmpada forte na terra escura. No primeiro prolongamento do dia , a lâmpada emite brotos verdes , com uma flor em botão no centro. A parte aérea e do alcance de gemas em direção à luz , até que os estouros de gemas e uma flor branca abre featherlight . Esta leveza é o poder da Noiva. Lembra-nos a permanecer enraizados na Terra, mas para chegar tão alto como nós podemos ver a interligação de todas as coisas . Podemos chegar mais alto para a prática da meditação e (após muito treinamento ) de vôo do espírito.

As histórias de Santa Brígida da iniciação, tendo o seu sacerdócio, mostrar como essa Deusa é essencialmente virgem , até toda ela. Eles também mostram a importância de ver além da dualidade . Noiva nos mostra o caminho para a prática espiritual.

Meu relacionamento com minha noiva feeds prática espiritual e inspira o meu pensamento e minha escrita. Ela está presente no início de cada dia e cada novo projeto. Noiva inspiração na vida de todos nós. Sua luz ajuda as sementes de um novo crescimento para germinar em nós, para que nosso trabalho pode ser frutífera

18/07/2010

BLODEUWEDD


Bloudeuwedd é a Deusa das Flores, da terra, da sabedoria, dos mistérios lunares e iniciações. Seu nome significa "Face de Flor" ou "Flor branca" Esta Deusa está associada à madrugada e ao May Queen. A fase da lua que representa Blodeuwedd é a Lua Escura, época de total introspecção. O vento frio carrega seu nome e suas cores são o branco e o preto. Na Roda do Ano, Blodeuwedd associa-se as festividades de Samhaim. Blodeuwedd foi criada por Math e Gwydion, a partir da florescência de nove flores - os celtas acreditavam que através de suas nove flores poderiam atrair as bençãos da deusa. Seus símbolos mágicos são a coruja branca, a rainha-dos-prados, o carvalho, a vassoura, a primavera e o joio. Seu dia é sexta-feira e suas cores são o rosa, verde e marrom.

DEUS ARAWN


Gwynn ap Nudd e Arawn Mar 13, '09 12:02 AM
para todos

Na tradição céltica britânica, há dois nomes que vamos encontrar relacionados à soberania do Outro Mundo dos Mortos e do Povo das Fadas: Gwynn ap Nudd e Arawn.




Existe um conto do “Mabinogion”, a obra-prima da literatura galesa medieval, chamado “Culhwch e Olwen, ou o Twrch Trwyth”. Nesse conto, Gwynn ap Nudd é mencionado na seguinte passagem:




“Um pouco antes disso, Creiddylad, a filha de Llud Llaw Ereint, e Gwythyr, o filho de Greidawl, estavam prometidos. Antes que ela se tornasse sua noiva, Gwynn ap Nudd veio e raptou-a pela força; e Gwythyr, o filho de Greidawl, reuniu seus homens e foi lutar com Gwyn ap Nudd. Mas Gwynn superou-o e capturou Greid, o filho de Eri, e Glinneu, o filho de Taran, e Gwrgwst Ledlwn e Dynarth, seu filho. E ele capturou Penn, o filho de Nethawg, e Nwython e Cyledyr Wyllt, seu filho. E ele matou Nwython e arrancou seu coração e obrigou Cyledyr a comer o coração de seu pai. E a partir daí Cyledyr tornou-se louco. Quando Arthur ouviu falar a esse respeito, ele foi para o norte e convocou Gwynn ap Nudd a comparecer perante ele e libertar os nobres que havia aprisionado e a fazer a paz entre Gwyn ap Nudd e Gwythir, o filho de Greidawl. E esta foi a paz feita: a donzela permaneceria na casa de seu pai sem vantagem para qualquer deles e Gwynn ap Nudd e Gwythyr, o filho de Greidawl, lutariam a cada primeiro de maio, daquela data até o Dia do Julgamento, e qualquer deles que fosse então o vencedor obteria a donzela.”




Vamos examinar alguns desses personagens. Mirella Faur (“Anuário da Grande Mãe”, Ed. Gaia, 1999) apresenta Creiddylad (Cordélia) como uma deusa da terra e da natureza. Já vi (mas não me lembro onde) o seu nome citado como deusa do amor.




Lludd Llaw Ereint é mais interessante. Llaw Ereint significa “Mão de Prata”. Assim, ele é o correspondente do irlandês Nuada Argetlamh, pois Argetlamh também quer dizer “Mão de Prata”. A lenda conta que Lludd era o filho de Beli (que passa por ser o deus da morte) e foi um dos antigos reis da Grã-Bretanha, como seu pai. Aliás, foi ele quem construiu Londres, cujo antigo nome galês é Caer Lludd, ou seja, o “Castelo de Lludd”, como se narra em “Lludd e Llefelys”, do “Mabinogion”. London ou Lwndrys (de onde vem o português Londres) foi o nome que os saxões mais tarde deram a essa cidade. Ainda existe em Londres um lugar chamado Ludgate, o “portal de Llud”, onde a tradição diz que foram colocadas as cinzas desse soberano. Entretanto, o Lludd britânico e o Nuada gaélico são ambos transformações de uma divindade mais antiga, Nodens, um deus da cura, cujos cães mágicos também se acreditava fossem capazes de curar os doentes. As ruínas de um grande templo dedicado a ele, datando do período da ocupação romana, foram encontradas nas proximidades do rio Severn (Arthur Cotterell, “The Encyclopedia of Mithology”, Lorenz Books, New York, 1999). Veja que interessante: Nodens – Nuada (Irlanda) – Lludd (Grã-Bretanha). O outro nome de Lludd é Nudd (Nodens). Desse modo, ele próprio é o pai de Gwynn, a não ser, é claro, que exista um outro Nudd. Mas penso que não.




“Glineu ap Taran”, Glineu, filho (ou descendente) de Taran. Essa é uma das raras passagens da literatura céltica britânica em que uma divindade dos celtas continentais é lembrada. Geralmente, deuses continentais surgem de forma muito modificada na literatura insular (na Irlanda, Connall Cernach, por exemplo, experimentalmente identificado com Cernunnos), desempenhando funções muito secundárias ou então apenas seus nomes são mencionados, como é o caso aqui. “Taran” é Taranis, o “Trovejante”, deus gaulês do céu, das tempestades e raios, que os romanos equipararam ao seu Júpiter. Seus símbolos são a roda e o tridente, ou lança de três pontas.




Por fim, o próprio Gwynn ap Nudd. Gwynn foi o deus galês da caça, ou seja, o guardião da vida selvagem, aquele que permite aos humanos alimentarem-se do seu rebanho e providencia para que a vida sempre se renove. Ele é o deus caçador e o deus a quem oravam os caçadores ao penetrarem na floresta, domínio de Gwynn, para buscarem a carne que iria sustentá-los e às suas famílias, as peles com que se cobririam nos meses frios de inverno. Porém, se um dia é do caçador, o outro é da caça... Lembra-se do mito de Adônis, que foi morto por um javali? O mesmo terá acontecido a muitos caçadores célticos. Nesse caso, o deus exigiu um sacrifício pelos dons que foram concedidos em outras ocasiões. Gwynn é um deus selvagem e poderoso, daí a crueza do seu comportamento, tal como registrado no conto do “Mabinogion”. Também por isso foi ele escolhido, ao firmar-se o cristianismo, como aquele que é capaz de controlar os demônios e mantê-los dentro de certos limites. Sua capacidade de tomar as vidas dos caçadores como tributo é lembrada em seu papel de líder da “Wild Hunt”, a “Caçada Selvagem”, em que, diz-se, Gwynn ap Nudd lidera as forças do mal e do caos numa busca frenética de viajantes solitários cujas almas serão capturadas e levadas ao inferno. Mas fique isto claro: Gwynn não é o deus que governa o mundo dos mortos, ele é uma divindade guardiã, um protetor dos limites. Não é incomum, em grupos mágicos que trabalham numa orientação céltica, que Gwyn ap Nudd seja invocado para guardar o exterior do círculo mágico.




Quem é, então, o deus que efetivamente governa o Além? Na tradição irlandesa, a Terra da Juventude (“Tir na n-Óg”) é governada pelo Senhor das Brumas, Manannan mac Lir. Na tradição galesa, por Arawn, o Rei de Annwfyn. Como estamos tratando de temas galeses, é neste que me deterei.




Arawn (“Língua Prateada”?) é mencionado também no “Mabinogion”, no assim chamado “Primeiro Ramo”, a história de “Pwyll, Pendeuig Dyfed”, “Pwyll, Príncipe de Dyfed”. Certa vez, Pwyll saiu para caçar. Ele se distanciou de seus companheiros e viu um veado numa clareira, sendo encurralado por cães puramente brancos de orelhas vermelhas (‘Cwn Annwn’, ‘Cães de Annwn’).”




Ele espantou esses cães e atiçou os seus próprios sobre o veado. Surgiu então Arawn, um cavaleiro montando um cavalo cinzento e vestindo roupas de caçar cinzentas, com um chifre de soprar ao redor do pescoço. Arawn censurou Pwyll pela sua falta de cortesia, depois se apresentando como um soberano de Annwfyn [an-nú-vin), isto é, o Outro Mundo. Pwyll lhe pede que indique um modo de desculpar-se pelo seu procedimento grosseiro e Arawn diz que o perdoará se ele enfrentar Hafgan (“Verão Branco”), um outro soberano do Além que todos os anos o desafia. Mas adverte Pwyll de que Hafgan tem de ser derrotado com um único golpe, pois, se for golpeado uma segunda vez, recuperará todo o seu vigor. Pwyll acompanha Arawn até o seu reino sobrenatural e lá eles trocam de forma: Arawn retorna a Dyfed (a região sul de Gales) com a aparência de Pwyll, enquanto este reinará sobre Annwfyn por um ano com a aparência de Arawn, compartilhando inclusive do leito da esposa dele (embora o autor da versão atual do conto, a fim de poupar a decência cristã, esclareça que nunca houve nada entre eles). É assim que Annwfyn é descrito nesse conto:




“Assim, Arawn conduziu-o até avistarem o palácio e suas habitações. ‘Vede’, disse Arawn, ‘a Corte e o reino em vosso poder. Entrai na Corte, ninguém lá vos reconhecerá e, quando virdes os serviços lá feitos, sabereis quais são seus costumes.’




“Pwyll então se adiantou para a Corte e, quando entrou, contemplou dormitórios e salões e câmaras e os mais belos edifícios jamais vistos. Ele entrou no salão para desmontar, vindo jovens e pajens auxiliá-lo, os quais os saudaram ao adentrarem as dependências do palácio. Vieram dois cavaleiros e tiraram-lhes as roupas de caça, vestindo-o com uma túnica de seda e ouro. O salão estava preparado e Pwyll viu a mansão e o anfitrião que nela entrava. Este era o mais gracioso dos anfitriões e o mais bem equipado que Pwyll havia conhecido. Com eles entrou igualmente a rainha e ele nunca vira mulher tão formosa. Ela trajava uma túnica de brilhante cetim amarelo. Eles se lavaram, foram para a mesa e sentaram-se, a rainha a um lado de Pwyll e do outro um que parecia ser um conde.




"Ele começou a conversar com a rainha e pensou, em razão de suas palavras, que ela era a senhora mais decente e de mais nobre conversação, bem como a mais alegre que já houvera. Partilharam a carne e a bebida, cantando e festejando. De todas as Cortes na terra, era esta a melhor provida de comida e bebida e recipientes de ouro e jóias reais.




"Quando chegou a hora de dormir, Pwyll e sua rainha foram para o leito. Ele virou seu rosto para a beira da cama e deu-lhe as costas, não lhe dizendo palavra alguma antes que amanhecesse. No dia seguinte, o carinho e a afeição voltavam à conversação deles, embora durante o ano que se seguiu noite alguma fosse diferente da primeira.”




Essa é uma das descrições que os celtas britânicos faziam do Outro Mundo, nada diferente dos “Sidhe” da tradição irlandesa, as colinas ocas (“hollow hills”) onde os Tuatha Dé Danann, derrotados pelos mortais gaélicos, refugiaram-se para levar uma existência encantada e de onde saíam em cavalgada na noite de Beltane para juntar-se aos humanos e, talvez, levar consigo uns poucos escolhidos que desfrutariam da mesma vida mágica, sem doenças ou velhice, dos Filhos de Danu.




Arawn é também mencionado em duas importantes obras do bardo Taliesin (séc. VI d. C.). O poema “Cadd Goddeu”, “A Batalha das Árvores”, e “Preiddeu Annwn”, “Os Espólios de Annwn”. O primeiro narra o combate movido por Arawn contra Amaethon ap Don, que lhe havia roubado um pássaro, um cão e um cervo. Nesse combate, o mago Gwydion ap Don usou seus poderes para transformar árvores em guerreiros, daí o nome do poema. Em “Os Espólios de Annwn”, Taliesin conta a viagem de Arthur e companheiros ao Outro Mundo (aí chamado “Caer Sidi”) para conseguirem o caldeirão mágico possuído por Arawn.




Já sabemos, então, quem é Gwynn ap Nudd, quem é Arawn e qual a descrição de Annwn ou Annwfyn. Resta apenas dizer que, de acordo com alguns estudiosos, Gwynn e Arawn são o mesmo. De acordo com outros, Gwyn seria o deus do Além em uma parte de Gales, enquanto na outra seria Arawn. E, de acordo com uma terceira corrente, “Arawn” seria apenas um título que poderia ser aplicado a mais de um personagem mítico. Se alguém me perguntasse o que penso, eu diria: dado o aspecto predominantemente local da maioria dos cultos e divindades célticos, o mais provável é que as três posições estejam corretas (ou nenhuma delas!!!), dependendo do celta a quem você perguntasse.